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Hidradenite supurativa: conheça o tratamento com imunobiológicos

Para quem tem a doença inflamatória crônica da pele conhecida como hidradenite supurativa, o tratamento com imunobiológicos pode surtir muito efeito. Essa é uma doença autoimune que afeta as glândulas apócrinas, principalmente, nas áreas de dobras da pele, como axilas, virilhas e área perineal. A doença, que também é conhecida como acne inversa, se caracteriza por nódulos dolorosos, abscessos e fístulas que podem se desenvolver e se agravar ao longo do tempo, e que muitas vezes levam a cicatrizes e desfiguração. Quem sofre com essa condição, também enfrenta problemas emocionais, que podem levar até a um isolamento social, devido ao constrangimento pela aparência das lesões na pele e por outros sintomas constantes como dor dos nódulos inflamados em vários pontos do corpo, abscessos cheios de pus, coceiras e vermelhidão na região afetada. O tratamento da hidradenite supurativa é complexo e muitas vezes difícil. Em casos leves, é possível tentar a monoterapia sistêmica, mas quando a doença avança a combinação de outras terapias é necessária, e uma das opções é com imunobiológicos. Neste texto, saiba mais sobre esse tipo de tratamento e conheça as outras abordagens terapêuticas.

Sumário

Para quem tem a doença inflamatória crônica da pele conhecida como hidradenite supurativa, o tratamento com imunobiológicos pode surtir muito efeito.

Essa é uma doença autoimune que afeta as glândulas apócrinas, principalmente, nas áreas de dobras da pele, como axilas, virilhas e área perineal. 

A doença, que também é conhecida como acne inversa, se caracteriza por nódulos dolorosos, abscessos e fístulas que podem se desenvolver e se agravar ao longo do tempo, e que muitas vezes levam a cicatrizes e desfiguração. 

Quem sofre com essa condição, também enfrenta problemas emocionais, que podem levar até a um isolamento social, devido ao constrangimento pela aparência das lesões na pele e por outros sintomas constantes como dor dos nódulos inflamados em vários pontos do corpo, abscessos cheios de pus, coceiras e vermelhidão na região afetada. 

O tratamento da hidradenite supurativa é complexo e muitas vezes difícil. Em casos leves, é possível tentar a monoterapia sistêmica, mas quando a doença avança a combinação de outras terapias é necessária, e uma das opções é com imunobiológicos. 

Neste texto, saiba mais sobre esse tipo de tratamento e conheça as outras abordagens terapêuticas.

Veja mais neste vídeo sobre doenças autoimunes na pele:

Hidradenite supurativa: tratamento auxilia a evitar complicações

A hidradenite supurativa provoca inúmeros furúnculos dolorosos em áreas onde existam glândulas sudoríparas, como as axilas (onde há a maior concentração delas), virilhas, nuca, parte interna das coxas, ânus, órgãos genitais, vinco dos seios, nádegas, etc. 

A causa exata da HS ainda é desconhecida. Acredita-se que a doença seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Alguns fatores de risco para o surgimento são: ser do sexo feminino (devido às flutuações hormonais da puberdade e menopausa), histórico familiar, obesidade, tabagismo, etc.

É uma doença progressiva, que pode levar a complicações graves, como infecções recorrentes, dor crônica, danos ao sistema linfático, sepse e até câncer de pele. 

Devido às lesões na pele e outros transtornos, o paciente pode sentir um profundo constrangimento e entrar em isolamento social. Dessa forma, o tratamento precoce e eficaz é fundamental para reduzir o impacto da doença na qualidade de vida do paciente.

Existem várias opções de tratamento para a hidradenite supurativa, que variam desde os tópicos até procedimentos cirúrgicos mais invasivos. No entanto, a escolha do tratamento depende da gravidade e extensão da doença, bem como da resposta particular do paciente.

Para saber exatamente a melhor abordagem, o paciente precisa passar em uma consulta com um dermatologista que, além de um exame físico, vai solicitar ultrassonografia, biópsia da pele e cultura de pus.

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Tratamento da hidradenite supurativa com imunobiológicos

Uma das propostas de tratamento da hidradenite supurativa é com os imunobiológicos, que são medicamentos que atuam no sistema imunológico para reduzir a inflamação e prevenir a formação de lesões, acalmando e regulando as vias do sistema imune. Geralmente, são usados ​​para tratar a HS mais grave ou refratária a outras terapias.

Os imunobiológicos mais comuns usados ​​para tratar a HS são os inibidores do fator de necrose tumoral (TNF), os inibidores da interleucina-12/23 (IL-12/23) e os inibidores da interleucina-17 (IL-17). Esses medicamentos são administrados por via intravenosa ou subcutânea. 

Os imunobiológicos são seguros e bem tolerados. No entanto, é sempre importante que os pacientes que estão usando esses medicamentos sejam monitorados regularmente pelo médico.

Conheça outros tratamentos tópicos para hidradenite supurativa

Os tratamentos sistêmicos e  tópicos são uma das primeiras opções para a hidradenite supurativa leve ou moderada. Geralmente, são utilizados ​​para reduzir a inflamação, diminuir a dor e prevenir a infecção. Os medicamentos tópicos mais comuns incluem:

Tratamentos tópicos para hidradenite supurativa

Antibióticos: são frequentemente usados ​​para tratar a infecção bacteriana associada à HS. Podem ser aplicados diretamente nas lesões;
Anti-inflamatórios: os corticosteroides tópicos podem ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor associada à HS. Também são aplicados diretamente nas lesões;
Retinoides: podem ajudar a reduzir a inflamação e a formação de comedões. Eles podem ser úteis em casos leves de HS;
Antissépticos: podem ajudar a prevenir a infecção bacteriana e a limpar as lesões.

Tratamentos cirúrgicos da hidradenite supurativa

Como essa doença pode causar deformidades aos tecidos da pele do paciente, o tratamento cirúrgico pode ser necessário para casos mais graves, que não respondem ao tratamento médico convencional. Existem várias opções cirúrgicas disponíveis, incluindo:

  • Drenagem de abscessos: esta é uma opção de tratamento comum para abscessos dolorosos e inflamados causados pela HS. O procedimento envolve a abertura e drenagem do abscesso para aliviar a dor e prevenir novas infecções;
  • Excisão ampla: este é um procedimento cirúrgico que envolve a remoção completa das áreas afetadas pela HS, incluindo as glândulas sudoríparas, os folículos pilosos e o tecido cicatricial. A excisão ampla pode ser realizada em um ou mais estágios, dependendo da gravidade da doença;
  • Laser e outras terapias de ablação: esses tratamentos envolvem a destruição seletiva do tecido afetado, reduzindo assim a inflamação e a dor;
  • Terapia de enxerto de pele: pode ser utilizada para ajudar a reparar áreas danificadas da pele após a remoção cirúrgica de lesões da HS. Esta opção de tratamento pode ajudar a reduzir o risco de recorrência e melhorar a aparência das cicatrizes.

É importante lembrar que o tratamento cirúrgico da hidradenite supurativa é geralmente reservado para casos graves e pode ter riscos, como complicações cirúrgicas e cicatrizes. Por isso, é muito importante discutir com o seu médico especialista as opções de tratamento cirúrgico disponíveis e os riscos e benefícios associados a cada opção.

Além disso, é importante também que o paciente seja atendido por  uma equipe multidisciplinar que vai ajudar a cuidá-lo de forma globalizada.

Hidradenite supurativa: tratamento no COE

O COE (Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes) é especializado no diagnóstico e tratamento de doenças autoimunes e crônicas e pode ajudar muito os pacientes que sofrem com a hidradenite supurativa.

Cada caso é observado de forma diferente e o tratamento deve ser individualizado de acordo com a gravidade e extensão da doença, sintomas e muitos outros fatores. 

Com equipe especializada, multidisciplinar e atendimento humanizado, os pacientes são direcionados para o melhor tratamento. 

Além de um diagnóstico preciso, o COE também oferece o melhor suporte durante o tratamento de cada paciente, oferecendo um ambiente seguro e confortável para a infusão de imunobiológicos, caso essa seja a melhor opção de tratamento.

Texto revisado por Dra Laura Fernandes

Clínica Médica – Reumatologia

CRM: 130.595 – RQE: 61.171/61.172

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