Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

Câncer de cólon: o que é, sintomas e tratamento

Sumário

Você sabe o que é câncer de cólon? Também conhecido como câncer colorretal, é uma doença maligna que se desenvolve no intestino grosso (cólon) ou no reto. 

É um dos tipos mais comuns de câncer em todo o mundo, mas também é altamente tratável quando detectado precocemente. Segundo dados divulgados pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer) neste ano, essa neoplasia atingiu 1,9 milhões de pessoas globalmente.

No Brasil, o número estimado de casos novos de câncer de cólon e reto, para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 45.630 casos.

Neste texto, abordaremos as causas, fatores de risco, sintomas, diagnóstico e tratamento do câncer de cólon.

O que causa o câncer de cólon?

O câncer de cólon se origina a partir do crescimento anormal e descontrolado das células no revestimento interno do cólon ou reto, que corresponde ao final do intestino, logo antes do ânus. 

Embora a causa exata não seja completamente definida, sabe-se que pode surgir a partir de algumas mutações genéticas em lesões benignas, como pólipos adenomatosos e serrilhados. 

Essas mutações podem ser hereditárias ou adquiridas ao longo da vida devido a fatores ambientais, estilo de vida e envelhecimento.

Alguns fatores que aumentam o risco de desenvolver câncer de cólon:

  • Idade avançada: a incidência de câncer de cólon aumenta com a idade, principalmente após os 50 anos;
  • Histórico familiar: pessoas com familiares de primeiro grau (pais, irmãos, filhos) com câncer de cólon têm maior risco;
  • Polipose adenomatosa familiar (PAF): condição hereditária rara que resulta no desenvolvimento de inúmeros pólipos no cólon;
  • Doenças inflamatórias intestinais: doença de Crohn e retocolite ulcerativa podem aumentar o risco;
  • Dieta pouco saudável: consumo excessivo de carne vermelha, processada, baixo consumo de fibras e vegetais;
  • Sedentarismo e obesidade;
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool.

Sintomas do câncer de cólon

Os sintomas de câncer do cólon podem variar, e muitas vezes são discretos nas fases iniciais. Alguns sinais e sintomas comuns incluem:

Sintomas do câncer colorretal Dor ou desconforto abdominal; Distensão abdominal; Mudanças em hábitos intestinais (diarreia, prisão de ventre e alterações no formato das fezes); Sangue nas fezes; Fadiga; Perda de peso inexplicável; Sensação de esvaziamento incompleto das fezes, etc.

Como fazer o diagnóstico do câncer de cólon?

O diagnóstico precoce do câncer de cólon é fundamental para um tratamento bem-sucedido. Existem vários métodos de rastreamento e diagnóstico, incluindo:

  • Teste de sangue oculto nas fezes: detecta pequenas quantidades de sangue invisíveis a olho nu;
  • Colonoscopia: permite ao médico visualizar o interior do cólon e do reto, além de remover pólipos para análise;
  • Sigmoidoscopia flexível: exame semelhante à colonoscopia, mas analisa apenas uma parte do cólon;
  • Enema opaco: radiografia do cólon após a inserção de um contraste no reto;
  • Tomografia computadorizada e ressonância magnética: auxiliam a avaliar a extensão do câncer.

Câncer de cólon tem cura?

Essa neoplasia é altamente tratável em suas fases iniciais, com chances de cura, mas o  tratamento do câncer de cólon depende do estágio em que a doença é diagnosticada. As opções comuns incluem:

  • Cirurgia: no estágio inicial, a remoção do tumor e de parte do cólon ou reto afetado é passo principal do tratamento;
  • Quimioterapia: uso de medicamentos para destruir células cancerígenas ou impedir seu crescimento. Pode ser administrada antes ou após a cirurgia, dependendo do estágio da doença e do estado geral do paciente;
  • Terapia-alvo: medicamentos que atacam componentes específicos das células cancerígenas;
  • Imunoterapia: é um tratamento inovador que estimula o sistema imunológico do paciente para combater o câncer. Tem sido mais usado em pacientes com estágio avançado da doença, que não respondem bem aos outros tratamentos.
  • Cuidados paliativos: quando o paciente não tem mais possibilidades de cura, o tratamento é paliativo e se concentra na qualidade de vida,  com alívio dos sintomas, conforto psicológico, emocional e físico. Em alguns casos, o tratamento oncológico continua para aumentar a sobrevida do paciente. 

É importante lembrar que cada caso é único, e o tratamento pode variar para cada paciente, sendo necessário um plano personalizado elaborado por uma equipe médica especializada.

Leia mais sobre:

  • Oncologia preventiva

Procure o COE para seus exames e tratamentos

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de recuperação são significativamente maiores e o câncer de cólon tem cura, mesmo sendo uma doença grave. 

Realizar exames de rastreamento regularmente e adotar um estilo de vida saudável são medidas importantes para a prevenção e detecção precoce do câncer de cólon. Sempre que houver qualquer sintoma ou preocupação, é fundamental consultar um médico para avaliação adequada. Para isso, procure o COE.

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer uma experiência de qualidade e segurança única aos pacientes e familiares.

O COE dispõe de equipe especializada, que auxilia na investigação de variados sintomas, avalia fatores de risco (genéticos e não genéticos) de múltiplas especialidades, realiza diagnósticos precoces e precisos, oferece tratamento adequado a cada caso e o melhor suporte ao paciente e sua família.

O COE também tem em seu quadro profissionais de medicina integrativa, que ajudam os pacientes a fazer uma mudança no estilo de vida e adotar novos hábitos, melhoria da imunidade e controle dos desequilíbrios emocionais, especialmente após o diagnóstico de um câncer. 

Além disso, outro importante serviço do COE é o da enfermeira navegadora, que acompanha e ajuda em toda a jornada do paciente, agendando consultas, retornos, agendamento de exames, etc, em qualquer fase da doença.

Assim, é possível otimizar a saúde, obter melhores resultados no tratamento e reduzir os efeitos colaterais do tratamento.

COE Oncologia e Doenças Autoimunes

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital ValeParaibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

A psoríase no couro cabeludo é uma forma comum de psoríase, uma doença dermatológica crônica, que afeta a região do couro cabeludo, resultando em vermelhidão, descamação e coceira. É uma condição autoimune, na qual ocorre a ativação do sistema imunológico contra as próprias células da pele, acarretando um aumento acelerado do ciclo natural de renovação das células em um determinado tecido ou órgão do corpo, no caso, o couro cabeludo. O tratamento da psoríase no couro cabeludo envolve uma abordagem multidisciplinar, utilizando tratamentos tópicos e, em alguns casos, terapias sistêmicas.

Psoríase no couro cabeludo: como tratar?

Leia mais »
A psoríase ungueal é uma condição dermatológica crônica que afeta as unhas, ocorrendo em cerca de 50% das pessoas com psoríase, que é uma doença autoimune que atinge a pele, causando inflamação e aceleração do ciclo de renovação celular (turnover celular). É muito importante entender como essa doença afeta as unhas, a fim de reconhecer os sintomas e buscar tratamento adequado. Neste texto, vamos abordar mais sobre a psoríase ungueal e seus efeitos nas unhas. O que é psoríase ungueal? Até 50% dos pacientes com psoríase cutânea podem ter também um comprometimento do leito ungueal e desenvolver a psoríase nas unhas. Neste caso, a inflamação crônica atinge as unhas das mãos e dos pés. Pode ser apenas as unhas de um único dedo ou até todas. A doença pode ocorrer em qualquer idade, afetando tanto homens quanto mulheres. No entanto, tem prevalência crescente com o avanço etário.

Psoríase ungueal: entenda como as unhas são afetadas

Leia mais »
A oncogenética é uma área da medicina que estuda as variantes genéticas patogênicas envolvidas no desenvolvimento do câncer. Fique neste texto para entender mais sobre essa nova especialidade médica e como ela pode ser importante para diagnósticos precoces e melhores tratamentos. O que é oncogenética? O câncer decorre de mutações ocorridas no DNA de uma pessoa ao longo da vida, durante um processo normal de replicação celular, que acontece constantemente para a renovação das células. Mas como ocorre um câncer? Por que umas pessoas têm câncer e outras não? É exatamente essas questões que a oncogenética procura explicar. A oncogenética pode ser definida como uma união entre as áreas genômica e oncológica. Esse é um novo ramo da medicina que está se desenvolvendo muito rápido. Estuda os genes relacionados ao câncer, como os chamados genes supressores de tumor e os oncogenes. A oncogenética busca entender como essas alterações nos genes podem predispor uma pessoa a desenvolver certos tipos de câncer e como essas informações podem ser usadas para prevenir, diagnosticar e tratar a doença de forma mais precisa. Os genes supressores de tumor normalmente desempenham um papel na regulação do crescimento celular e na prevenção da formação de tumores. Já os oncogenes são genes que, quando sofrem mutações ou ativações anormais, podem promover o crescimento descontrolado das células e o desenvolvimento do câncer.

Oncogenética: entenda essa nova especialidade médica

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias