Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

Gastrite pode ser emocional?

Gastrite pode ser emocional

Sumário

O estresse e a ansiedade podem aumentar a produção de ácido gástrico, causando irritação no revestimento do estômago.

A gastrite é uma inflamação da mucosa estomacal que pode ter diversas causas, incluindo infecções, consumo excessivo de álcool e uso prolongado de certos medicamentos, como anti-inflamatórios não esteroides.

Mas os fatores emocionais também podem contribuir para o desenvolvimento da gastrite? Vamos falar sobre isso no artigo de hoje.


A relação entre emoções e sintomas gástricos

Nosso corpo reage a situações de ansiedade e estresse, impactando tanto a saúde mental quanto a física. Apesar de as emoções influenciarem o organismo, nem todo sintoma estomacal significa gastrite.


Como ocorre a gastrite?

A gastrite é a inflamação da mucosa estomacal e pode ser:

  • Aguda: surge repentinamente.
  • Crônica: desenvolve-se gradualmente ao longo do tempo.

O termo gastrite nervosa é comum, mas o estresse, por si só, não causa a condição. O que ocorre é que o nervosismo pode aumentar a produção de ácidos estomacais, agravando os sintomas.


O impacto da ansiedade no sistema digestivo

A interação entre o cérebro e o sistema digestivo pode resultar em diversos efeitos, como:

Aumento da acidez estomacal

O estresse e a ansiedade estimulam a produção de ácido clorídrico no estômago, podendo causar azia, refluxo e irritação gástrica.

Distúrbios gastrointestinais funcionais

A ansiedade pode desencadear ou agravar condições como a síndrome do intestino irritável (SII), levando a dor abdominal, cólicas, diarreia e constipação.

Alterações na motilidade intestinal

Os movimentos intestinais podem ser afetados pela ansiedade, resultando em distúrbios digestivos, como diarreia ou constipação.

Aumento da sensibilidade visceral

A ansiedade pode tornar os órgãos digestivos mais sensíveis à dor e ao desconforto, intensificando sintomas gastrointestinais.

Esses efeitos variam entre as pessoas e podem ser influenciados por fatores como predisposição genética, intensidade da ansiedade e estado geral de saúde.


Estratégias para aliviar os sintomas

Ao reconhecer a relação entre ansiedade e problemas digestivos, podemos adotar algumas medidas para amenizar os sintomas:

Evite álcool e cafeína

Essas substâncias podem aumentar a ansiedade e agravar sintomas gastrointestinais. Reduza ou elimine o consumo, especialmente em momentos de estresse.

Busque apoio social

Conversar com amigos, familiares ou um profissional de saúde pode ajudar a controlar a ansiedade e oferecer suporte emocional.

Pratique atividade física

Exercícios regulares auxiliam na redução da ansiedade e promovem o equilíbrio do sistema digestivo.

Mantenha uma alimentação saudável

Uma dieta equilibrada pode minimizar os sintomas. Evite alimentos gordurosos, picantes, cafeinados e ricos em açúcar.

Se os sintomas persistirem ou forem intensos, consulte um especialista para um diagnóstico e tratamento adequados.


Qual especialista procurar para tratar a gastrite?

Se você está enfrentando sintomas como dor abdominal, azia, náuseas ou vômitos, o especialista indicado é o gastroenterologista.

Esse profissional é responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças do trato gastrointestinal, incluindo gastrite, úlceras e síndrome do intestino irritável.

Na consulta, o gastroenterologista pode solicitar exames como endoscopia digestiva alta, testes de H. pylori e exames de sangue para avaliar sua condição.

Se confirmado o diagnóstico de gastrite, o tratamento pode incluir medicamentos para reduzir a acidez estomacal, mudanças na dieta e no estilo de vida, além de medidas para aliviar os sintomas.

Aqui no COE | Oncologia e Doenças Autoimunes, contamos com profissionais especializados para oferecer um atendimento completo e seguro.

Para mais informações, clique aqui.




Referências:

O que é gastrite, possíveis causas e como evitar | Hospital Albert Einstein | Acessado 10 de junho de 2024

ESTRESSE E ANSIEDADE PODEM A
FETAR O ESTÔMAGO, MAS NÃO CAUSAM GASTRITE |  Dr. Drauzio Varella | Acessado 10 de junho de 2024

Gastrite nervosa e outros tipos de gastrite: causas e fatores de risco | ABM Saúde | Acessado 10 de junho de 2024


Dra_Danielle_Delgado

Danielle Delgado

Gastroenterologia e Autoimunes

CRM: 187413 – RQE: 64881




COE Oncologia e Doenças Autoimunes

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer aos pacientes e familiares uma experiência de qualidade.

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital Vale Paraibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

Se uma pessoa notar que sofreu uma alteração nos seus hábitos intestinais, percebeu sangramento retal, sente dor, desconforto ou inchaço no abdômen e sente fraqueza constante, é preciso estar em alerta porque esses são alguns sintomas de câncer no intestino. O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. De acordo com informações do AC Camargo Cancer Center, 1 a cada 20 pessoas será acometida pela doença ao longo da vida. Embora possa ser assintomático em seus estágios iniciais, o paciente precisa ficar atento caso perceba um dos sintomas mencionados acima para buscar ajuda médica o quanto antes, para ter um diagnóstico preciso.

Sintomas de câncer de intestino que acionam um alerta

Leia mais »
O cuidado paliativo busca atuar na qualidade de vida de pessoas e de seus familiares, aliviando e prevenindo o sofrimento diante de uma doença grave. O que é cuidado paliativo Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), cuidado paliativo tem o objetivo de promover a qualidade de vida por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce de situações possíveis de serem tratadas, da avaliação cuidadosa e do tratamento da dor e de outros sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais. Geralmente o cuidado paliativo é prestado por uma equipe multiprofissional, visando dar suporte aos pacientes e familiares durante toda a trajetória da doença, com foco prioritário na qualidade de vida. Quem é o responsável pelo cuidado paliativo? Para um cuidado humanizado e integral, é indispensável uma equipe multidisciplinar, constituída por profissionais de diferentes áreas como médicos, enfermeiros, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, entre outros profissionais especializados na área. Objetivos do cuidado paliativo Os principais objetivos são aliviar o sofrimento, melhorar a qualidade de vida e garantir dignidade dos pacientes diagnosticados com doenças avançadas e ou progressivas. O grande diferencial do olhar da equipe de Cuidados Paliativos é ouvir, entender e conhecer profundamente cada indivíduo, para ser capaz de garantir cuidados personalizados e compatíveis com suas necessidades e valores. Boa comunicação é fundamental Estabelecer uma boa comunicação com os pacientes e seus familiares é fundamental para o estabelecimento de uma relação terapêutica. Nos encontros com os membros da equipe de cuidados paliativos é proporcionado um espaço seguro e acolhedor para expressão de sentimentos, angústias, medos, culpas e preocupações. Com isso é possível tornar o enfrentamento da situação mais leve e saudável. Quando dar início ao cuidado paliativo? O início do acompanhamento com a equipe de Cuidados Paliativos deve ser realizado o mais precocemente possível na trajetória de doenças avançadas. Muitos estudos indicam que o acompanhamento desde o diagnóstico com a equipe de Cuidados Paliativos resulta em melhor tolerância ao tratamento oncológico, maior qualidade de vida, menores índices de depressão, menos internações hospitalares, entre outros benefícios. É importante frisar que o acompanhamento com a equipe de Cuidados Paliativos é realizado em conjunto com a equipe de oncologia (ou outras especialidades), adicionando uma “camada extra” de cuidados. Infelizmente, muitas pessoas interpretam a necessidade de Cuidados Paliativos com relutância, por interpretação errônea de que “não há mais nada a se fazer” ou que está “desenganado”. Entretanto, como exposto acima, é exatamente o oposto! Os Cuidados Paliativos oferecem um grande leque de possibilidades para que o indivíduo possa desfrutar da vida da melhor maneira possível, mesmo estando diante de uma enfermidade avançada. A importância da humanização em cuidados paliativos A assistência humanizada possibilita que os profissionais ofereçam conforto e qualidade de vida para o paciente e sua família, por meio da valorização da vida, respeitando as individualidades, os valores, as crenças, a cultura e a religião. O foco do cuidado deve abranger: Controle dos sintomas; Independência e dignidade do paciente; Bem-estar emocional, espiritual e cultural; Planejamento para o futuro; Apoio à família/cuidadores do paciente. A busca do Transcendental Há muito mais além do que vemos, sentimos, pensamos ou acreditamos. Nossas vidas tem diversas camadas e crescemos conforme avançamos no conhecimento das camadas mais profundas. A busca do sentido de nossa própria existência geralmente se intensifica em momentos críticos, tais como enfermidades graves, acidentes ou outras situações que nos aproximam da experiência da morte. Esses momentos de crise ocasionam um estremecimento das nossas certezas, provocando uma rachadura por onde podemos adentrar para as zonas mais profundas de nossa existência. A dor pode, portanto, servir como uma oportunidade para despertar a dimensão transcendental que habita cada um de nós. Dessa forma, a dor e a enfermidade podem se converter em caminho de crescimento. O acompanhamento pela equipe de Cuidados Paliativos pode auxiliar o indivíduo nesse mergulho em si próprio, possibilitando o florescimento de novas possibilidades (descobertas, sentimentos, relações, visão de si próprio e do mundo), mesmo diante de grandes incertezas da vida.

Cuidados Paliativos

Leia mais »
Dermatologista examinando pinta no paciente.

Câncer de pele: sintomas e sinais para ficar em alerta

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias