Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

Câncer de esôfago: saiba as causas, como diagnosticar e tratamentos

O câncer de esôfago ou câncer esofágico é uma doença maligna que se desenvolve no tubo muscular que conecta a garganta ao estômago. É uma forma grave que pode se espalhar para outras partes do corpo, tornando-se mais difícil de tratar. Veja neste texto seus sintomas e tratamentos. O que é o câncer de esôfago? O início do câncer se dá em qualquer lugar ao longo da camada interna da parede do órgão e cresce para fora através das outras camadas. Os dois tipos principais de câncer no esôfago são: Adenocarcinoma: tem início nas glândulas secretoras de muco. Está à doença do refluxo gastroesofágico e ao esôfago de Barrett; Carcinoma de células escamosas: tem início nas próprias células escamosas. Ocorre nas partes superior e média do esôfago. Está mais relacionado ao consumo de álcool e tabagismo. Outros tipos de neoplasia também podem acometer o esôfago como sarcomas, linfomas, melanoma. No entanto, são bem mais raras.

Sumário

O câncer de esôfago ou câncer esofágico é uma doença maligna que se desenvolve no tubo muscular que conecta a garganta ao estômago. É uma forma grave que pode se espalhar para outras partes do corpo, tornando-se mais difícil de tratar.

Veja neste texto seus sintomas e tratamentos.

O que é o câncer de esôfago?

O início do câncer se dá em qualquer lugar ao longo da camada interna da parede do órgão e cresce para fora através das outras camadas. Os dois tipos principais de câncer no esôfago são:

  • Adenocarcinoma: tem início nas glândulas secretoras de muco. Está à doença do refluxo gastroesofágico e ao esôfago de Barrett;
  • Carcinoma de células escamosas: tem início nas próprias células escamosas. Ocorre nas partes superior e média do esôfago. Está mais relacionado ao consumo de álcool e tabagismo.

Outros tipos de neoplasia também podem acometer o esôfago como sarcomas, linfomas, melanoma. No entanto, são bem mais raras. 

Câncer de esôfago: fatores de risco

  • Idade (a maioria dos casos ocorre após os 55 anos);
  • Tabagismo;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Obesidade;
  • Refluxo gastroesofágico crônico: segundo dados do AC Camargo, essa doença pode aumentar em até 70% o risco de desenvolver;
  • Alterações pré-cancerosas nas células dessa estrutura (esôfago de Barret);
  • Histórico de outros carcinomas de células escamosas associados ao tabagismo e ao consumo de álcool (câncer de garganta, câncer de pulmão, etc)
  • Hábito de beber líquidos excessivamente quentes; 
  • Tratamentos prévios com radiação na parte superior do abdômen ou do tórax;
  • Dieta pobre em frutas e vegetais;
  • Exposição ocupacional a produtos químicos;
  • Distúrbios hereditários raros, como acalasia, uma doença que dificulta a deglutição.

Câncer de esôfago: sintomas mais evidentes

Muitas pessoas não percebem os sintomas de câncer de esôfago até que a doença esteja mais avançada, o que pode acontecer rapidamente. Esses sintomas têm a ver com a digestão e podem incluir:

Sintomas de câncer no esôfago Arte mostra homem tomando chá em alusão aos sintomas do câncer do esôfago, que são: Indigestão e azia; Dificuldade engolir alimentos sólidos e líquidos; Dor ao engolir; Perda de peso; Perda de apetite; Anemia; Dor, pressão e queimação torácica e na garganta; Tosse persistente; Fezes escuras; Rouquidão; Náuseas e vômitos.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do câncer de esôfago envolve uma anamnese cuidadosa, com o médico ouvindo relato das queixas do paciente, e a realização de uma série de exames, incluindo endoscopia digestiva alta, biópsia, tomografia computadorizada. broncoscopia, PET-FGD e ressonância magnética. 

O tratamento vai depender do estágio em que o câncer está e da saúde geral do paciente e envolver uma equipe multidisciplinar. O oncologista pode adotar uma abordagem isolada ou optar por uma combinação entre elas:

  • Cirurgia: é realizada a esofagectomia, que remove o esôfago e os tecidos circundantes, e um novo esôfago é criado na cirurgia;
  • Radioterapia: radiação mata ou danifica as células. Essa opção pode ser adotada antes ou depois da cirurgia;
  • Quimioterapia: substâncias químicas matam ou impedem o crescimento das células cancerígenas;
  • Terapia fotodinâmica: destrói os tumores com medicamentos fotossensibilizadores.
  • Imunobiológicos: bloqueiam crescimento e divisão celular.

O acompanhamento regular com um oncologista é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e garantir que o câncer não se espalhe.

Uso de imunobiológicos no tratamento

Os imunobiológicos são medicamentos que se destinam a bloquear as proteínas. Geralmente, são administrados por infusão intravenosa (IV) em um hospital ou clínica oncológica.

Podem ser usados ​​em combinação com outras formas de tratamento, como quimioterapia e radioterapia, para aumentar a eficácia e melhorar os resultados. São mais frequentemente usados em pacientes com câncer de esôfago avançado ou metastático (quando se espalha para outras partes do corpo). 

Existem vários tipos de imunobiológicos, como os inibidores de angiogênese e os inibidores de checkpoint imunológico, que ajudam o sistema do corpo a atacar as células cancerosas.

É importante lembrar que nem todos os pacientes são candidatos a esses medicamentos e nem todos os imunobiológicos funcionam . Por isso, tratamento deve ser individualizado e gerenciado por um oncologista experiente.

É possível prevenir o câncer de esôfago?

Para a prevenção desse tumor, recomenda-se estilo de vida saudável, evitando ingesta de alimentos que possam piorar o refluxo (como chocolate, café, pimenta), assim como cessar o tabagismo e etilismo.

Até o momento, de maneira geral, não há evidência científica de que o rastreamento do câncer de esôfago traga mais benefícios do que riscos e, portanto, não é recomendado rotineiramente.

Deve-se lembrar, no entanto, que muitos dos fatores de risco desse tumor também estão envolvidos em outros tipos de cânceres cujos rastreamentos estão bem estabelecidos, como o de câncer de pulmão para pacientes tabagistas de longa data.

Procure o COE para seus exames e tratamento

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para uma experiência de qualidade, suporte e segurança aos pacientes e familiares.

Para todos os tipos de câncer, o COE dispõe de equipe especializada, que auxilia na investigação de sintomas, avalia fatores de risco (genéticos e não genéticos), realiza diagnósticos precisos e tratamento adequado a cada caso.

O COE tem profissionais da medicina integrativa, que ajudam os pacientes a fazerem uma mudança no estilo de vida e a adotarem práticas para controle de diversos fatores de risco, ou seja, em qualquer fase da doença, a equipe COE estará sempre presente!  

No COE, a enfermeira navegadora é responsável por esclarecer dúvidas em qualquer etapa, antes, durante e após o diagnóstico, agilizar marcação de consultas e exames e fazer todo o acompanhamento durante o tratamento.

Conheça também os sintomas do câncer de próstata:

COE Oncologia e Doenças Autoimunes

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital ValeParaibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

Médica diagnosticando um câncer de pele em uma paciente do sexo feminino.

Câncer de pele no rosto: como identificar?

Leia mais »
Você sabe o que é hidradenite supurativa? Essa é uma doença de pele inflamatória crônica, também conhecida como acne inversa, que afeta as áreas de pele com glândulas apócrinas, como as axilas, virilhas e nádegas. A doença se caracteriza por nódulos inflamatórios, abscessos e fístulas que podem resultar em cicatrizes e deformidades graves na pele. Afeta predominantemente mulheres e é mais comum em adultos jovens, entre 20 e 40 anos. Essa é uma doença que causa um grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e como está associada a diversas comorbidades sistêmicas, exige um acompanhamento médico multidisciplinar para controlar e reduzir os sintomas, já que não existe uma cura. Conheça mais sobre essa doença autoimune com este texto. O que causa hidradenite supurativa? Essa doença inflamatória crônica provoca inúmeros furúnculos dolorosos em áreas onde existam glândulas sudoríparas, como as axilas (onde há a maior concentração delas), virilhas, nuca, parte interna das coxas, ânus, órgãos genitais, vinco dos seios, nádegas, etc. No entanto, vale ressaltar que a hidradenite supurativa (HS) não se trata de uma doença contagiosa, não é uma DST (doença sexualmente transmissível) e nem ocorre devido à falta de higiene. A causa exata da HS ainda é desconhecida. Acredita-se que a doença seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

Hidradenite Supurativa: entenda o que é, causas e sintomas

Leia mais »
A diarreia crônica é caracterizada quando esse sintoma gastrointestinal persiste por um período prolongado. Pode ser causada por uma variedade de fatores, desde infecções virais e bacterianas até intolerâncias alimentares. No entanto, é também um dos sintomas típicos das doenças inflamatórias intestinais (DIIs), como Doença de Crohn e retocolite ulcerativa. Veja neste texto se a diarreia crônica tem cura e quais são os tratamentos mais apropriados no caso das DIIs. O que é diarreia crônica ou aguda? A diarreia é definida por fezes mais pastosas ou líquidas, que se manifestam após uma urgência em usar o banheiro, por mais de 3 vezes em 24 horas. Em alguns casos, a diarreia também se manifesta junto com incontinência fecal (perda involuntária das vezes). A distinção entre diarreia aguda e crônica é fundamental para uma abordagem diagnóstica e terapêutica adequada.

Diarreia crônica: quais doenças autoimunes levam ao sintoma?

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias