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Os tratamentos para câncer colorretal

Hoje há diversos tratamentos para câncer colorretal, que podem ser realizados concomitantemente ou isolados, como a quimioterapia e radioterapia, cirurgia, imunoterapia ou terapia-alvo. Para determinar qual será a solução terapêutica mais promissora para cada paciente, vai depender do estágio em que a neoplasia se encontra e de outros diversos fatores, que serão avaliados pelo oncologista e por uma equipe multidisciplinar. Veja neste texto que muitos tratamentos oferecem terapias mais personalizadas, que podem ajudar a reduzir os sintomas, melhorar a qualidade de vida e aumentar as chances de cura do paciente.

Sumário

Hoje há diversos tratamentos para câncer colorretal, que podem ser realizados concomitantemente ou isolados, como a quimioterapia e radioterapia, cirurgia, imunoterapia ou terapia-alvo.

Para determinar qual será a solução terapêutica mais promissora para cada paciente, vai depender do estágio em que a neoplasia se encontra e de outros diversos fatores, que serão avaliados pelo oncologista e por uma equipe multidisciplinar.

Veja neste texto que muitos tratamentos oferecem terapias mais personalizadas, que podem ajudar a reduzir os sintomas, melhorar a qualidade de vida e aumentar as chances de cura do paciente.

Quais os tratamentos para o câncer colorretal?

O câncer colorretal é um tipo de câncer que se desenvolve no intestino grosso (cólon) ou no reto, que corresponde ao final do intestino. Ocorre porque as células dessa região começam a se multiplicar desequilibradamente. 

Atualmente, o câncer colorretal pode ser diagnosticado precocemente, por meio de exames laboratoriais, que apresentam os marcadores tumorais, associados aos de imagem,  como a colonoscopia, que permite ao médico visualizar diretamente o interior do cólon e do reto para detectar a presença de tumores ou pólipos.

Os pólipos no intestino são formações benignas em seu estágio inicial, porém, podem se transformar em um câncer posteriormente. Por isso, devem ser retirados ainda na fase inicial.

O tratamento para o câncer colorretal depende do estágio em que o câncer foi diagnosticado e do estado de saúde geral do paciente.

Além disso, no caso de tumor no reto, a discussão entre o oncologista clínico, cirurgião e radioterapeuta é indispensável, porque, geralmente o tratamento inicial pode ser cirúrgico, para remover o tumor, ou pode envolver quimioterapia e/ou radioterapia para eliminar células cancerosas restantes.

O tratamento também pode envolver a realização de radioterapia ou quimioterapia antes da cirurgia, para reduzir o tamanho do tumor e permitir a remoção de parte do cólon ou reto de forma mais fácil.

É importante ressaltar que o tratamento para câncer de intestino é individualizado para cada paciente e depende de vários fatores. O tratamento mais adequado para cada paciente deve ser decidido em conjunto com a equipe médica responsável pelo tratamento. Conheça os principais tratamentos:

Cirurgia

No estágio inicial, a cirurgia (colectomia) é o passo principal do tratamento e tem como objetivo a remoção do tumor e de linfonodos.

Em alguns casos, pode ser necessária a remoção de parte do intestino ou de outros órgãos próximos. O objetivo da cirurgia é remover todo o tumor, um segmento do intestino como margem de segurança e a cadeia de linfonodos mais próxima.

Radioterapia

A radioterapia usa radiação para destruir as células cancerosas e é frequentemente utilizada no câncer de reto antes da cirurgia para reduzir o tamanho do tumor, tornar a remoção mais fácil e aumentar as chances do paciente em não necessitar de uma colostomia definitiva. Tumores de reto muito próximos do ânus podem proporcionar ao paciente um risco maior de ser submetido a uma colostomia definitiva, isso é um desvio da alça intestinal para a parede abdominal – “uso da bolsinha”. Em alguns casos, a radioterapia também pode ser usada após a cirurgia para  garantir a eliminação de  qualquer célula cancerosa que possa ter sido deixada para trás.

Quimioterapia

A quimioterapia é o uso de medicamentos para matar células cancerosas e pode ser utilizada de forma isolada ou em conjunto com a radioterapia. Ela pode ser administrada antes ou após a cirurgia, dependendo do estágio do câncer e da saúde geral do paciente.

Imunoterapia

A imunoterapia pode ser considerada como um novo tratamento para câncer colorretal avançado que chegou ao Brasil. Envolve o uso de medicamentos para ajudar o sistema imunológico a combater o câncer.

É um grande avanço no tratamento de tumores nos últimos anos, sendo mais frequentemente usada em pacientes com câncer avançado que não respondem bem a outros tratamentos, especialmente aqueles que têm alterações moleculares raras, com alta carga mutacional e  instabilidade de microssatélites.

Além disso, também foram aprovadas novas quimioterapias orais e anticorpos monoclonais, que ajudam o sistema imunológico a identificar e neutralizar células tumorais.

Terapia alvo

 A terapia alvo envolve o uso de medicamentos que atacam estruturas específicas das  células cancerosas. Esse tratamento é usado principalmente em pacientes com câncer avançado que não respondem bem à quimioterapia.

Cuidados paliativos

Quando a doença está em um estágio muito avançado, no qual os tratamentos não vão surtir efeito, o paciente pode ser colocado em cuidados paliativos, que visam se concentrar no alívio dos sintomas e dar mais qualidade de vida ao paciente.

Essa abordagem terapêutica pode ser realizada por uma equipe multidisciplinar, que envolve médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais focados em promover o bem-estar do paciente.

Cirurgia

No estágio inicial, a cirurgia (colectomia) é o passo principal do tratamento e tem como objetivo a remoção do tumor e de linfonodos.

Em alguns casos, pode ser necessária a remoção de parte do intestino ou de outros órgãos próximos. O objetivo da cirurgia é remover todo o tumor, um segmento do intestino como margem de segurança e a cadeia de linfonodos mais próxima.

Radioterapia

A radioterapia usa radiação para destruir as células cancerosas e é frequentemente utilizada no câncer de reto antes da cirurgia para reduzir o tamanho do tumor, tornar a remoção mais fácil e aumentar as chances do paciente em não necessitar de uma colostomia definitiva. Tumores de reto muito próximos do ânus podem proporcionar ao paciente um risco maior de ser submetido a uma colostomia definitiva, isso é um desvio da alça intestinal para a parede abdominal – “uso da bolsinha”. Em alguns casos, a radioterapia também pode ser usada após a cirurgia para  garantir a eliminação de  qualquer célula cancerosa que possa ter sido deixada para trás.

Quimioterapia

A quimioterapia é o uso de medicamentos para matar células cancerosas e pode ser utilizada de forma isolada ou em conjunto com a radioterapia. Ela pode ser administrada antes ou após a cirurgia, dependendo do estágio do câncer e da saúde geral do paciente.

Imunoterapia

A imunoterapia pode ser considerada como um novo tratamento para câncer colorretal avançado que chegou ao Brasil. Envolve o uso de medicamentos para ajudar o sistema imunológico a combater o câncer.

É um grande avanço no tratamento de tumores nos últimos anos, sendo mais frequentemente usada em pacientes com câncer avançado que não respondem bem a outros tratamentos, especialmente aqueles que têm alterações moleculares raras, com alta carga mutacional e  instabilidade de microssatélites.

Além disso, também foram aprovadas novas quimioterapias orais e anticorpos monoclonais, que ajudam o sistema imunológico a identificar e neutralizar células tumorais.

Terapia alvo

 A terapia alvo envolve o uso de medicamentos que atacam estruturas específicas das  células cancerosas. Esse tratamento é usado principalmente em pacientes com câncer avançado que não respondem bem à quimioterapia.

Cuidados paliativos

Quando a doença está em um estágio muito avançado, no qual os tratamentos não vão surtir efeito, o paciente pode ser colocado em cuidados paliativos, que visam se concentrar no alívio dos sintomas e dar mais qualidade de vida ao paciente.

Essa abordagem terapêutica pode ser realizada por uma equipe multidisciplinar, que envolve médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais focados em promover o bem-estar do paciente.

Saiba mais sobre doença de Crohn com o vídeo abaixo:

Quadro geral do câncer colorretal

De acordo com os dados atualizados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer colorretal ocupa o terceiro lugar entre os mais frequentes no país, sem contar o câncer de pele não melanoma, ficando atrás apenas do câncer de próstata e mama. A estimativa é que no triênio de 2023 a 2025 surjam 45.630 novos casos no país. 

Ainda não há uma causa muito definida para o surgimento desta neoplasia, mas a idade avançada, maus hábitos de vida (dieta desequilibrada, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool) e ter doenças inflamatórias intestinais estão entre os principais fatores de risco.

Nos estágios iniciais da doença, o paciente pode ser assintomático, mas quando surgem, os principais sintomas de quem tem câncer colorretal são: diarreia, dor abdominal, prisão de ventre, sangue nas fezes, fadiga, perda de peso inexplicável, distensão abdominal e sensação de esvaziamento incompleto do intestino. 

Por isso, é importante ter atenção com mudanças drásticas em hábitos intestinais e buscar um diagnóstico precoce.

Sintomas do câncer colorretal Dor ou desconforto abdominal; Distensão abdominal; Mudanças em hábitos intestinais (diarreia, prisão de ventre e alterações no formato das fezes); Sangue nas fezes; Fadiga; Perda de peso inexplicável; Sensação de esvaziamento incompleto das fezes, etc.

Diagnóstico precoce favorece sucesso de tratamento

É importante ressaltar que o tratamento para o câncer colorretal tem melhores resultados quando a doença é diagnosticada precocemente, por isso, é fundamental manter uma rotina de exames preventivos. 

O rastreamento é indicado  mesmo se a pessoa não tiver sinais ou sintomas, e deve começar  com uma colonoscopia a partir dos 45 anos, com uma repetição em um intervalo de 10 anos, caso o resultado não apresente nenhuma evidência  da doença.

Quando o paciente tem um histórico de câncer colorretal na família, é orientado a repetir o exame a cada 5 anos.

Para todos os tipos de câncer, o COE dispõe de equipe especializada, que auxilia na investigação de sintomas, avalia fatores de risco (genéticos e não genéticos), realiza diagnósticos precisos e tratamento adequado a cada caso.

Conheça do COE

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer uma experiência de qualidade, suporte e segurança aos pacientes e familiares.

Nossos   profissionais de Medicina Integrativa,  ajudam os pacientes a fazer uma mudança no estilo de vida e adotando práticas que ajudarão  no controle de diversos fatores de risco. 

Além disso, temos o serviço de enfermeira navegadora, responsável por esclarecer dúvidas em qualquer etapa antes e após o diagnóstico, agilizar marcação de consultas e exames, e fazer todo o acompanhamento durante o tratamento, dando apoio e orientação.

Tratamos de você ou das pessoas que você mais ama sempre com muito C.A.R.I.N.H.O, ou seja, com Competência, Agilidade, Respeito, Informação, Notabilidade, Harmonia e Otimização.

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