Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

Quais são os sintomas de Câncer de Endométrio?

Quais são os sintomas de Câncer de Endométrio?

Sumário



Sangramento vaginal anormal, aumento do fluxo nos ciclos menstruais, sangramento irregular entre os períodos e hemorragia pós-menopausa são alguns dos sintomas relacionados ao câncer de endométrio


Segundo dados do INCA 2023, o câncer de endométrio é o segundo tumor ginecológico mais comum, com aproximadamente 7.840 casos, sendo também o terceiro em mortalidade, com 1.290 casos.

Neste artigo, você encontrará informações relevantes sobre os principais sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento para o câncer de endométrio.


Como ocorre o câncer de endométrio?

O câncer de endométrio ocorre quando células anormais no endométrio (a camada interna do útero) começam a crescer descontroladamente, formando tumores que podem invadir o tecido uterino e migrar para outras partes do corpo.


Quais são os fatores de risco para desenvolver o câncer de endométrio?

Os principais fatores de risco envolvendo o câncer de endométrio estão relacionados ao estilo de vida da mulher, idade e histórico familiar.

  • Idade: Mais comum em mulheres acima de 50 anos, geralmente após a menopausa.
  • Obesidade: O excesso de peso aumenta os níveis de estrogênio, um dos fatores de risco para o câncer de endométrio.
  • Diabetes Tipo 2: Associada a um risco maior, devido à combinação de obesidade e resistência à insulina.
  • Terapia de Reposição Hormonal (TRH): O uso de estrogênio sem progesterona após a menopausa pode elevar os riscos.
  • Menopausa tardia e menarca precoce: Mulheres que menstruam antes dos 12 anos ou têm ciclos menstruais irregulares possuem maior exposição ao estrogênio.
  • Histórico Familiar: Ter casos de câncer de endométrio, ovário ou mama na família aumenta as chances de desenvolver a doença.
  • Histórico de Câncer de Mama ou Ovário: Mulheres que tiveram esses tipos de câncer possuem maior risco.
  • Anemia: Algumas pesquisas sugerem que condições associadas à anemia por deficiência de ferro podem estar ligadas ao câncer de endométrio.


Quais são os sintomas mais comuns do câncer de endométrio?

Os sintomas do câncer de endométrio podem variar de acordo com o estágio da doença. Abaixo, estão os sinais mais comuns:

Câncer de Endométrio Inicial

Mulheres Pré-Menopáusicas:

  • Sangramento menstrual irregular
  • Manchas (sangramento vaginal leve)
  • Sangramento entre períodos menstruais

Mulheres Pós-Menopáusicas:

  • Qualquer sangramento vaginal após a menopausa


Câncer de Endométrio Avançado

  • Dor abdominal ou pélvica
  • Inchaço abdominal
  • Sensação de saciedade precoce ao comer
  • Mudanças nos hábitos intestinais ou urinários
  • Massa visível (tumor)


Como posso prevenir o câncer de endométrio?

Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a reduzir o risco de câncer de endométrio.

  • Equilíbrio no peso: Manter um peso saudável por meio de dieta equilibrada e exercícios regulares reduz o risco.
  • Praticar Exercícios Regularmente: Ajuda a controlar o peso e regular os níveis hormonais.
  • Controle do Diabetes Tipo 2: Gerenciar a diabetes adequadamente diminui os riscos.
  • Consultas regulares: Exames ginecológicos frequentes e comunicação com o médico sobre sintomas precoces são fundamentais.


Como ocorre o diagnóstico do Câncer de Endométrio?

O diagnóstico geralmente envolve exames e procedimentos para confirmar a presença da doença e determinar seu estágio.

  • Ultrassonografia Transvaginal: Visualiza o interior do útero e identifica anomalias.
  • Tomografia Computadorizada (TC) ou Ressonância Magnética (RM): Avalia a extensão do câncer.
  • Biópsia do Endométrio: Analisa amostras de tecido para verificar células cancerosas.
  • Curetagem: Coleta amostras de tecido do endométrio para exame microscópico, se necessário.


Como funciona o tratamento do Câncer de Endométrio?

O tratamento é definido com base no estágio da doença e histórico médico.

  • Cirurgia:
    • Histerectomia total e salpingo-oferectomia bilateral (remover o útero, colo, ovários e trompas).
    • Linfadenectomia pélvica para verificar a propagação do câncer.
  • Radioterapia:
    • Radioterapia externa para destruir células cancerosas.
    • Braquiterapia (radioterapia interna) para tratar localmente.
  • Quimioterapia:
    • Utiliza medicamentos para destruir células cancerosas em todo o corpo, recomendada para casos avançados.

Além do tratamento principal, é essencial oferecer apoio psicológico, controle da dor e acompanhamento pós-cirúrgico.


Precisa de mais informações sobre o câncer de endométrio?

Nós, do COE | Oncologia e Doenças Autoimunes, contamos com uma equipe multidisciplinar, especializada no tratamento do câncer de endométrio.

Agende sua consulta ou fale com nossa equipe clicando aqui.



Referências:

Key Statistics for Endometrial Cancer | American Cancer Society | Acessado em 15 de agosto de 2024

Câncer de endométrio | O que é? | Instituto Vencer o Câncer | Acessado em 16 de agosto de 2024

Quais são os sintomas de câncer de endométrio? | Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica | Acessado em 15 de agosto de 2024

Referência da epidemiologia – INCA: estimativa 2023, disponível em www.inca.gov.br

Referência Sinais e sintomas – American Cancer Society. Endimetrial cancer symptoms. Disponível em Endometrial Cancer Symptoms | Signs of Endometrial Cancer .




COE Oncologia e Doenças Autoimunes

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer aos pacientes e familiares uma experiência de qualidade.

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital ValeParaibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

Saber se o câncer de próstata tem cura é a primeira pergunta que pode surgir na mente de um paciente que foi diagnosticado com a doença. Sim, as chances de cura aumentam se o tumor estiver localizado e o diagnóstico for precoce. Por isso, é muito importante ficar atento às consultas e exames de rotina, que ajudam a alertar para possíveis alterações na próstata. Quer entender melhor as chances de cura dessa patologia, além de conhecer seus sintomas, fatores de risco e tratamento? Continue a leitura. Por que ocorre o câncer de próstata? A próstata é uma glândula presente apenas nos homens, que se localiza na parte baixa do abdômen, envolvendo a parte superior da uretra, que é o canal por onde passa a urina, e fica bem próxima ao reto. Sua função é reproduzir um líquido que compõe parte do sêmen, que nutre e protege os espermatozoides. Ao longo da vida, os homens podem sofrer com diversos problemas na próstata, como prostatites (inflamação), hiperplasia prostática benigna (HPB) ou câncer. O câncer de próstata ocorre quando as células da glândula se multiplicam descontroladamente e acabam formando um tumor maligno. Em muitos casos, principalmente a depender do tipo do tumor, é uma doença que se desenvolve lentamente e não provoca sinais e sintomas de início. O tipo mais incidente é o adenocarcinoma, mas o câncer de próstata pode ser: Carcinoma de pequenas células (que é o mais agressivo); Tumores neuroendócrinos; Carcinomas de células transicionais; Sarcomas. Essa neoplasia vem sendo considerada um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Por isso, é muito comum que as pessoas perguntem se o câncer de próstata em idoso tem cura. Mas, para entender as chances de cura também em pacientes de faixa etária mais jovens, é preciso entender como funcionam esses marcadores. Câncer de próstata tem cura? O que leva o urologista a suspeitar de um câncer de próstata são 3 fatores: valor do PSA; avaliação clínica, que é o toque retal, que pode revelar já algumas alterações na próstata; e um exame de imagem (ultrassom ou ressonância). Esses fatores vão levar o médico a indicar uma biópsia na glândula, para determinar o nível de agressividade do tumor. O tecido coletado vai receber uma nota a partir de uma métrica conhecida como Escala de Gleason. Os graus de Gleason vão de 6 a 10, que são pontuações compostas a partir da análise patológica dos dois grupos de células cancerígenas mais presentes no tumor. Quanto mais alterações essas células tiverem em relação às células saudáveis, mais agressivo é o tumor. Mas saber se o câncer de próstata pode ou não ter cura, vai depender de qual fase a doença se encontra. Essa avaliação é chamada de estadiamento, na qual o médico confere o seu grau de disseminação. O tumor pode estar localizado, ou seja, confinado à próstata; ter atingido linfonodos próximos ou metastático, ou seja, quando avançou do seu órgão de origem para outros, como os ossos.

Câncer de próstata tem cura?

Leia mais »
O oncologista é um médico especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com câncer. Neste texto, saiba mais sobre o oncologista, quais são as atribuições desse especialista e como atua em composição com outras especialidades. O que é oncologia? A oncologia é uma especialidade médica que se dedica ao estudo, diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com câncer. Dessa forma, os médicos oncologistas trabalham no diagnóstico precoce do câncer, no planejamento e implementação de estratégias de tratamento personalizadas, no controle dos sintomas e no suporte emocional aos pacientes e suas famílias. Pelo câncer ser uma doença multifacetada, a oncologia abrange uma ampla gama de subespecialidades

Oncologista: saiba quando procurar esse especialista

Leia mais »
Câncer de Ovário: Sintomas, Diagnóstico e Importância da Detecção Precoce

Câncer de Ovário: Sintomas, Diagnóstico e Importância da Detecção Precoce

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias