Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

HPV: A Importância da Vacinação e Como Prevenir os Cânceres Ginecológicos Associados

HPV: A Importância da Vacinação e Como Prevenir os Cânceres Ginecológicos Associados

Sumário

O HPV (Papilomavírus Humano) é uma infecção sexualmente transmissível  comum, mas que ainda suscita muitas dúvidas a seu respeito.

A maioria das pessoas sexualmente ativas entrará em contato com o vírus em algum momento da vida. Embora, na maior parte dos casos, o organismo possa  eliminar  o vírus naturalmente, alguns subtipos de HPV podem evoluir para lesões precursoras do câncer, e, nos casos em que haja persistência, podem evoluir para câncer.

Por isso, a informação, a prevenção e a vacinação são as principais armas contra o HPV

 

O que é o HPV?

O HPV é um grupo de vírus com mais de 200 tipos diferentes. Destes, cerca de 40 podem infectar a região genital. São divididos em:

  • HPV de baixo risco: associados a verrugas genitais (condilomas);

  • HPV de alto risco: relacionados a lesões pré-cancerígenas e cânceres do colo do útero, vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe.

A infecção é transmitida principalmente por contato sexual, incluindo sexo oral, vaginal e anal. O uso do preservativo reduz o risco, mas não elimina totalmente, já que o vírus pode estar presente na pele da região genital não coberta pela camisinha.

 

Vacinação contra HPV: a forma mais eficaz de prevenção

A vacina contra o HPV é segura, eficaz e uma das formas mais potentes de prevenir infecções pelos tipos mais perigosos do vírus. Ela protege contra os subtipos 16 e 18 (os principais causadores de câncer de colo do útero), além de outros subtipos de alto e baixo risco.

Quem deve tomar a vacina?

Meninas e meninos

9 a 14 anos

2 doses (0 e 6 meses)

Pessoas imunossuprimidas

9 a 45 anos

3 doses

Adultos (não imunossuprimidos)

15 a 45 anos (com prescrição médica)

3 doses

Importante: a vacinação tem maior eficácia antes do início da vida sexual, mas adultos também podem se beneficiar, especialmente se ainda não tiverem sido expostos a todos os subtipos do vírus.

 

Prevenção além da vacina

Além da vacinação, outras medidas são importantes para reduzir o risco de infecção e complicações:

  • Uso de preservativo em todas as relações sexuais;

  • Exames ginecológicos regulares como:  Papanicolau, captura e/ou genotipagem para HPV, para rastreamento de lesões precursoras do câncer de  colo do útero;

  • Evitar o tabagismo, que é um fator de risco que diminui a resposta imunológica ao HPV

  • Fortalecimento da imunidade, por meio de alimentação saudável, sono e acompanhamento de doenças crônicas.

 

HPV e os cânceres ginecológicos

Os principais cânceres associados ao HPV na saúde ginecológica são:

  • Câncer de colo do útero: o mais frequente, responsável por milhares de mortes evitáveis todos os anos. É o foco principal dos programas de rastreamento dentro da saúde da mulher

  • Câncer de vulva: mais raro, mas com associação com tipos de HPV de alto risco. Geralmente se manifesta com lesões locais  ou coceira persistente na região.

  • Câncer de vagina: também menos comum, porém relacionado ao HPV em cerca de 70% dos casos, especialmente em mulheres mais velhas.

Todos esses cânceres são passíveis de prevenção desde que os passos  assinalados  como  vacinação e  acompanhamento médico regular sejam realizados.

 

Conclusão

O HPV é comum, mas o câncer não precisa ser. A vacinação precoce, o uso do preservativo e os exames preventivos são estratégias comprovadas que salvam vidas. Se você tem filhos entre 9 e 14 anos, vaciná-los é um ato de amor e de saúde pública. E se você é adulto, converse com seu médico sobre a possibilidade de vacinação e de acompanhamento adequado.

No COE, temos especialistas em ginecologia, mastologia, imunologia e oncologia prontos para orientar cada etapa da prevenção, do rastreamento e, se necessário, do tratamento.

 

Referência

  • Instituto Nacional de Câncer (INCA):https://www.inca.gov.br

  • Ministério da Saúde – HPV:https://www.gov.br/saude

  • CDC – Centers for Disease Control and Prevention:https://www.cdc.gov/hpv

  • Organização Mundial da Saúde (OMS):https://www.who.int

  • EVA – Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos https://eva.org.br/setembro-em-flor-2025

Guilherme Bicudo Barbosa

Ginecologia Oncológica CRM 128923 / RQE 0134/2012


COE Oncologia e Doenças Autoimunes

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer aos pacientes e familiares uma experiência de qualidade.

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

 

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital ValeParaibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

O câncer de boca é também conhecido como câncer oral e pode afetar desde os lábios às estruturas da cavidade oral. Pode manifestar-se como manchas na mucosa oral, problemas crônicos nos dentes e caroços na boca ou pescoço. Segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), só em 2022, surgiram mais de 15 mil novos casos dessa doença no país, especialmente entre os homens, acima de 55 anos. Essa estatística aponta que essa neoplasia se transformou em um problema de saúde pública. Para saber se o câncer de boca tem cura, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, leia esse texto até o final. O que é câncer de boca? O câncer de cavidade oral é um tumor maligno que pode afetar desde os lábios às estruturas internas da boca, como gengivas, bochechas, palato (céu da boca), língua, assoalho da boca e área logo atrás dos dentes do siso. É um subtipo de câncer de cabeça e pescoço, assim como os tumores oriundos de glândulas salivares, amígdala, laringe e faringe. Os cânceres de boca surgem quando as células que compõem essa área desenvolvem mutações em seu DNA, provocando crescimento e multiplicação acelerados que vão resultar em um tumor. A doença pode começar nas células da boca e, com o tempo, se espalhar para outras áreas da boca e pescoço. É muito importante buscar um acompanhamento preventivo da saúde bucal, para permitir que a suspeita de um tumor maligno possa levar a exames de rastreio e diagnóstico precoce, o que favorece as chances de cura e também mais opções de tratamentos.

Câncer de boca: como identificar e tratar

Leia mais »
A artrose e a perda de peso estão relacionadas tanto na causa da doença quanto no aumento da eficácia do tratamento. Embora a obesidade não seja a única causa da artrose, ela está fortemente associada ao desenvolvimento e progressão da doença em certas articulações, como os joelhos e quadris. Neste texto, saiba por que perder peso é essencial no tratamento dessa doença. Artrose e obesidade estão associadas? A artrose ou osteoartrite é uma condição degenerativa das articulações que causa dor, rigidez e perda de função. É uma das principais causas de perda de mobilidade, que traz um significativo impacto na qualidade de vida. Segundo estudo, cerca de 80% das pessoas acometidas pela artrose têm algum tipo de prejuízo na movimentação articular, enquanto outras 25% podem ficar incapacitadas de realizar as atividades comuns e diárias da vida cotidiana.

Artrose e perda de peso: qual é a relação?

Leia mais »
Guia Outubro Rosa: Tire Suas Dúvidas Sobre o Câncer de Mama

Guia Outubro Rosa: Tire Suas Dúvidas Sobre o Câncer de Mama

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias