Ir para o conteúdo
Rede Carinho
Facebook Instagram Youtube
COE
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco
  • Sobre
  • Câncer
  • Doenças Autoimunes
  • Enfermeira Navegadora
  • Materiais para download
  • Fale Conosco

Psoríase no pé: saiba como identificar

A psoríase no pé acomete a sola dos pés. Nesta condição, acontece uma renovação mais rápida do que o normal nas células da pele, e o local acometido fica com manchas vermelhas, descamação e até bolhas com pus. Leia mais neste texto sobre o que é psoríase no pé, o que causa, quais são os sinais e como diferenciar esse problema de uma dermatite comum. O que causa a psoríase no pé? A psoríase é uma doença inflamatória crônica, autoimune e multissistêmica, que gera uma inflamação em todo o corpo e pode estar associada a múltiplas comorbidades, incluindo doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e até ansiedade e depressão. As doenças autoimunes são causadas por um funcionamento anormal do sistema imunológico. No caso da psoríase leva a um aumento da produção de células da pele, resultando em placas espessas, escamosas e avermelhadas. Fatores genéticos e ambientais, como o estresse, podem deflagrar a doença. De forma empírica ou por meio de estudos médicos, já é conhecido que em períodos nos quais o paciente está mais estressado, surgem os surtos e exacerbação da enfermidade. É mais comum ocorrer nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo, mas pode se desenvolver em várias outras regiões do corpo, como tronco, membros e costas. Uma variação da doença é a psoríase na unha. Além disso, outra forma de desenvolvimento dessa patologia é a palmoplantar, que atinge tanto a palma das mãos como a sola dos pés.

Sumário

A psoríase no pé acomete a sola dos pés. Nesta condição, acontece uma renovação mais rápida do que o normal nas células da pele, e o local acometido fica com manchas vermelhas, descamação e até bolhas com pus.

Leia mais neste texto sobre o que é psoríase no pé, o que causa, quais são os sinais e como diferenciar esse problema de uma dermatite comum.

O que causa a psoríase no pé?

A psoríase é uma doença inflamatória crônica, autoimune e multissistêmica, que gera uma inflamação em todo o corpo e pode estar associada a múltiplas comorbidades, incluindo doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes  e até ansiedade e depressão.

As doenças autoimunes são causadas por um funcionamento anormal do sistema imunológico. No caso da psoríase leva a um aumento da produção de células da pele, resultando em placas espessas, escamosas e avermelhadas. 

Fatores genéticos e ambientais, como o estresse, podem deflagrar a doença. De forma empírica ou por meio de estudos médicos, já é conhecido que em períodos nos quais o paciente está mais estressado, surgem os surtos e exacerbação da enfermidade.

É mais comum ocorrer nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo, mas pode se desenvolver em várias outras regiões do corpo, como tronco, membros e costas. Uma variação da doença é a psoríase na unha. Além disso, outra forma de desenvolvimento dessa patologia é a palmoplantar, que atinge tanto a palma das mãos como a sola dos pés.

Quando ocorre a psoríase nos pés, o quadro é bastante doloroso, desconfortável e pode interferir nas atividades diárias.

Características da psoríase no pé

Placas espessas e escamosas de cor avermelhada ou prateada;
Pele seca, rachada ou com fissuras;
Coceira intensa;
Inflamação e vermelhidão ao redor das lesões;
Bolhas cheias de pus;
Pode afetar as unhas, causando espessamento, descoloração ou desprendimento.

Para diferenciar a psoríase nos pés de outros tipos de dermatites, como as micoses, o ideal é procurar uma consulta com um dermatologista. Geralmente, o diagnóstico pode ser feito com exame clínico.

Leia também sobre:

Artrite psoriática

Quais são as consequências da psoríase no pé?

Ter psoríase no pé pode ser bastante difícil, porque os pés estão em uma região complexa do corpo, que envolve tendões, ligamentos e articulações em áreas muito próximas e que podem ser atingidas amplamente pela doença. 

Por isso, quando essa doença se desenvolve nesta região traz sintomas bastante desagradáveis e até pode prejudicar as atividades no dia a dia. 

Algumas consequências da doença é causar:

  • Dor e desconforto ao caminhar, ficar em pé ou usar calçados;
  • Restrição nas atividades físicas e diminuição da qualidade de vida;
  • Alterações nas unhas, como corrosão, manchas, separação da unha do leito ungueal, deformidades ou até mesmo perda da unha;
  • Fenômeno de Koebner: lesões a partir de trauma físico ou químico;
  • Infecções secundárias, especialmente se houver fissuras ou rachaduras na pele.

Psoríase no pé: tratamento depende do estágio da doença

O tipo de tratamento para a doença varia de acordo com o estágio em que o paciente se encontra. Além disso, nem todos os tratamentos são eficientes para todas as pessoas, pode ser necessária uma combinação de abordagens para aliviar os sintomas.

Quando se trata de psoríase no pé leve ou moderada, a primeira opção terapêutica consiste em aplicar medicamentos tópicos, como pomadas, cremes ou loções que contenham corticosteroides. Esses medicamentos ajudam a reduzir a inflamação e aliviar os sintomas.

Medicamentos tópicos com vitamina D, análogos de vitamina A ou ácido salicílico também podem ser prescritos, além de uma recomendação de manter a pele constantemente hidratada, com uso de loções ou cremes emolientes, o que pode ajudar a reduzir a secura e a descamação. 

Outras opções de tratamento:

Fototerapia

Exposição controlada à luz ultravioleta pode ser recomendada para aliviar os sintomas. Isso pode ser feito com luz solar natural ou com sessões de fototerapia supervisionadas.

Medicação sistêmica com imunobiológicos

Em casos mais graves, quando outros tratamentos não são eficazes, medicamentos orais ou injetáveis, como os inibidores de citocinas, podem ser prescritos para suprimir a resposta imunológica.

Esses medicamentos podem ajudar a controlar os sintomas e a inflamação na região.

Tratamento das unhas

No caso de envolvimento das unhas, tratamentos específicos podem incluir aplicação de corticosteroides tópicos, injeções de corticosteroides diretamente nas unhas ou recorrer ao uso  de imunossupressores orais ou mesmo imunobiológicos.

Terapias alternativas

Como o estresse está entre os principais gatilhos para o surgimento da psoríase, uma abordagem de tratamento é a escolha por terapias alternativas, como yoga, acupuntura e massagens, que podem ajudar a reduzir os picos de estresse e ansiedade e, dessa forma, reduzir os sintomas da doença.

Procure o COE para diagnóstico e tratamento da psoríase no pé e seus sintomas

É importante consultar um dermatologista para um diagnóstico correto e um plano de tratamento adequado, pois cada caso pode exigir abordagens individualizadas, para que seja escolhida a melhor opção terapêutica e acompanhamento. 

O médico poderá avaliar a extensão da condição, a gravidade dos sintomas e a resposta aos tratamentos, a fim de determinar a melhor opção terapêutica.

Como a doença pode causar muito impacto no cotidiano do paciente, é imprescindível procurar um médico que seja especialista no diagnóstico de doenças autoimunes e crônicas.

No COE, há uma equipe multidisciplinar, especializada no diagnóstico e tratamento da psoríase. Além da avaliação de todos os sinais, são investigados também os fatores de risco (genéticos e não genéticos), para oferecer um diagnóstico completo e preciso.

Os tratamentos são efetivos para controle da doença e remissão do quadro, devolvendo qualidade de vida ao paciente.

COE Oncologia e Doenças Autoimunes

O COE é um Centro de Oncologia e Doenças Autoimunes, que oferece um avançado e humanizado padrão de atendimento, pensado em todos os detalhes para oferecer aos pacientes e familiares uma experiência de qualidade.

Fale conosco pelo telefone/WhatsApp (12) 3923-2499

Locais de atendimento

São José dos Campos

Rua Euclides da Cunha, 263 – Vila Ema | SP

Jacareí

R. Prof. Job Aíres Dias, 76 – Centro, Jacareí | SP

Taubaté

Rua Mal. Artur da Costa e Silva, 559 – Hospital ValeParaibano- 2° andar – Centro Taubaté | SP

Compartilhe

Veja também:

O câncer de estômago também é chamado de câncer gástrico. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), é o quarto tipo de câncer mais frequente nos homens e o sexto nas mulheres e, atualmente, estima-se em torno de 20 mil novos casos por ano. Para saber mais sobre o câncer de estômago, seus sinais, sintomas e tratamento continue a leitura. O que é câncer de estômago? O estômago é um órgão localizado logo após o esôfago, semelhante a um saco, que armazena os alimentos por um pequeno período, para que possam ser misturados com o suco gástrico e digeridos. Alterações pré-cancerígenas ocorrem no revestimento interno do estômago (mucosa) antes do início da própria doença. Essas alterações iniciais raramente resultam em sintomas, portanto, frequentemente não são detectadas. Qualquer parte do estômago pode desenvolver uma neoplasia maligna. É típico desse tipo de neoplasia não gerar nenhum sintoma específico inicialmente, o que faz com que a doença cresça gradualmente e seja detectada apenas em estágios mais avançados. Os tipos de câncer de estômago variam de acordo com o tipo de célula da qual a doença se originou, o que é identificado por meio da biópsia e imuno-histoquímica. O tipo mais frequente é o adenocarcinoma, responsável por 95% dos tumores gástricos, seguido pelos linfomas, tumores estromais gastrointestinais (GISTs), tumores carcinóides e outras histologias mais raras como leiomiossarcomas. Tal diferença implica em tratamentos e prognósticos distintos.

Câncer de estômago: sintomas, causas e tratamento

Leia mais »
Homem de meia-idade isolado em fundo azul sofre dor na garganta devido a algum sintoma de câncer na garganta

Câncer de garganta: causas, sintomas e tratamento

Leia mais »
Para quem tem a doença inflamatória crônica da pele conhecida como hidradenite supurativa, o tratamento com imunobiológicos pode surtir muito efeito. Essa é uma doença autoimune que afeta as glândulas apócrinas, principalmente, nas áreas de dobras da pele, como axilas, virilhas e área perineal. A doença, que também é conhecida como acne inversa, se caracteriza por nódulos dolorosos, abscessos e fístulas que podem se desenvolver e se agravar ao longo do tempo, e que muitas vezes levam a cicatrizes e desfiguração. Quem sofre com essa condição, também enfrenta problemas emocionais, que podem levar até a um isolamento social, devido ao constrangimento pela aparência das lesões na pele e por outros sintomas constantes como dor dos nódulos inflamados em vários pontos do corpo, abscessos cheios de pus, coceiras e vermelhidão na região afetada. O tratamento da hidradenite supurativa é complexo e muitas vezes difícil. Em casos leves, é possível tentar a monoterapia sistêmica, mas quando a doença avança a combinação de outras terapias é necessária, e uma das opções é com imunobiológicos. Neste texto, saiba mais sobre esse tipo de tratamento e conheça as outras abordagens terapêuticas.

Hidradenite supurativa: conheça o tratamento com imunobiológicos

Leia mais »
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes
COE - Oncologia e Doencas Autoimunes - Centro de Ensino e Pesquisa - Rede Carinho Enfermeira Navegadora
Selo ONA nível 3

Nossas clínicas são acreditadas ONA (Organização Nacional de Acreditação), com nível de Excelência. A acreditação ONA é um processo que visa reconhecer as Organizações de Saúde que implementaram as melhores práticas da qualidade.

Facebook Instagram Linkedin Youtube

O COE faz parte da

Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia

Unidade Jacareí

Dr. Celso Abrahão
Responsável Técnico
CRM 45379 - RQE 16354

Unidade SJCampos

Dra. Ana Carolina Gouvêa
Responsável Técnico
CRM 125762 - RQE 55098

Unidade Taubaté

Dra. Maria Fernanda de Oliveira
Responsável Técnico
CRM 121277 - RQE 46387

Copyright © 2026 Grupo Carinho. Todos os direitos reservados.

Política de Privacidade | Canal de Denúncias